Desde o início deste ano, os Profissionais de T&D sentiram a pressão da necessidade, apresentada e discutida pelo Grupo TeD há tempos, de se conhecer e aplicar o ROI – Retorno sobre o Investimento em Treinamento, considerado o processo mais eficaz para medir esse resultado.
Estrategicamente podemos ter três procedimentos ao utilizar o ROI:
• para medir todas as atividades de treinamento ou
• somente para medir alguns programas selecionados, por serem mais importantes ou
• por receberem maior investimento.
Para relembrar como fazê-lo, a primeira providência é fazer um levantamento dos custos. Para isso, a empresa deve ter um plano de contas e sempre que possível, um programa informatizado que facilite a coleta de dados e informações sobre os custos do treinamento.
A segunda providência é calcular os Benefícios do Treinamento.
O que vem a ser isso?
Vamos refrescar a memória utilizando um exemplo: numa determinada área de chão de fábrica, antes do treinamento, ocorria dez acidentes e após o treinamento, dois. O resultado do valor estimado do benefício é representado pela diminuição de oito acidentes. Pode-se inclusive calcular as horas paradas e custos com os reparos e despesas com o empregado parado!
Portanto, neste primeiro semestre de 2009, é mais que justificável que os Profissionais de T&D possuam em seu “kit milagres” uma ferramenta que demonstre que há uma provável correlação entre o treinamento e uma mudança de qualidade, produtividade, vendas e serviços. Há espaço até para dizermos que é uma ferramenta que nos auxilia a atravessar este momento confuso e difícil!
Abraços e bom trabalho!
Inês Restier é consultora em Treinamento Empresarial, Diretora da MICR – Consultoria e Treinamento Empresarial Ltda. e Coordenadora do Grupo TeD.
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